sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Comprados ou Oposicionistas, ou falta de compromisso com a verdade.

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Resultado de imagem para FOTO DE TIÃO VIANA
SANTA ROSA DO PURUS: O Site Ac24horas  e Contilnet estão inconformados com os resultados das pesquisas que apontam a vitória de Sebastião Viana ao Palácio Rio Branco.

Todas as postagem os dois Sites se posicionam contra a campanha de Tião, sempre favorecendo PSDB, o que há por trás de tanta demagogia? será que estão pagando para promoverem a mentira ou os 2 sites não tem a legitimidade da verde para seus leitores.

A derrota faz parte do jogo, a vida continua, a politica passa a mentira não, estamos de OLHO

Oposição de Santa Rosa do Purus em desespero.


Foto: aérea de Santa Rosa do Purus.

SANTA ROSA DO PURUS: Os oposicionistas do Prefeito de Santa Rosa do Purus estão muito nervoso com os últimos resultados das pesquisas, que mostra vitória da reeleição do Governo do Acre do PT Tião Viana e da Presidenciável Dilma, demostrando derrota a Oposição chegam ao extremo da baixaria, usando a imagem do Prefeito para viabilizar o voto do Eleitor. 

A População de Santa Rosa do Purus já conhece muito bem que essa oposição só ficam fazendo demagogia dos assuntos particular das famílias não  tem prestigio politico na Cidade, estão insatisfeitos porque o Prefeito não acatou a pressão de certas pessoas que queriam usar a maquina Administrativa para se beneficiar de altos cargos no executivo Municipal.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Dilma tem 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos, aponta Datafolha.


dilmaeaéciosegundo
Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
– Dilma Rousseff (PT): 52%
– Aécio Neves (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.
De acordo com o Datafolha, na reta final da eleição, os candidatos continuam empatados, no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, mas Dilma aparece pela primeira vez numericamente à frente de Aécio em um levantamento feito após o primeiro turno.
No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.
Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

– Aécio Neves (PSDB): 46%
– Dilma Rousseff (PT): 43%
– Em branco/nulo/nenhum: 5%
– Não sabe: 6%

Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.
O Datafolha ouviu 4.389 eleitores no dias 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01140/2014.
Certeza do voto
O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Dilma
45% – votariam com certeza
15% – talvez votassem
39% – não votariam de jeito nenhum
1% – não sabe

Aécio
41% – votariam com certeza
18% – talvez votassem
40% – não votariam de jeito nenhum
2% – não sabem

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55%.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Santa Rosa do Purus é a cidade com menos votantes do Acre

Município representa 0,5% dos eleitores acreanos.
Números são do Tribunal Regional Eleitoral no Acre (TRE-AC).

Dos 22 municípios acreanos, a cidade de Santa Rosa do Purus, que não tem ligação por terra à capital acreana, apresenta o menor número de votantes no estado. São apenas 2.784 eleitores, o que representa 0,5% dos 506.724 votantes do estado. O levantamento foi realizado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC).
Entre os municípios com menos eleitores, está Jordão, que conta com 4.312 votantes, ou seja, 0,8% dos eleitores; Assis Brasil com 5.189, representando 1%; Porto Walter com 5.445, que representa 1% do eleitores e Manoel Urbano com 5.993, representando 1,1% dos eleitores do estado. 

Entre as cidades com o maior número de eleitores, Rio Branco ganha disparada, com 232.073, representando 45% dos votantes no estado. Logo em seguida estão as cidades de Cruzeiro do Sul, com 51.483, que representa 10% dos eleitores; Sena Madureira com 25.966, que representa 5,1% dos eleitores; Tarauacá com 23.060 representam 4,5% e Feijó com 18.597, representando 3,6% dos eleitores.

Acre tem menor nível de progresso social da Amazônia Legal, diz Imazon.

Estado alcançou 54,1 pontos, valor inferior à média nacional, de 67,73. Dentre os municípios acreanos, cinco estão em alerta vermelho.


 Um estudo realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) mostrou que o Acre é considerado o local com menor Índice de Progresso Social (IPS), dentre os nove estados que compõem a Amazônia Legal. O Acre alcançou a pontuação de 54,1 e ficou atrás de Roraima e Amazonas. Os três locais com melhores índices são Mato Grosso, Tocantins e Rondônia.
Em relação aos 22 municípios acreanos, Porto Walter, Marechal Thaumaturgo, Jordão, Santa Rosa do Purus e Manoel Urbano aparecem nas piores posições do país, junto com outros 82 municípios, que tiveram a média igual a 49. Somente Rio Branco está no grupo dos melhores índices, na categoria com IPS médio de 65,79


De acordo com o relatório, o cálculo levava em consideração três dimensões principais: necessidades humanas básicas, fundamentos para o bem-estar e oportunidades. Em relação à primeira dimensão, as piores cidades acreanas são: Porto Walter, Marechal Thaumaturgo, Jordão, Feijó e Santa Rosa do Purus.
No que diz respeito ao bem-estar, que leva em consideração o acesso ao conhecimento básico, à informação, comunicação, saúde e sustentabilidade dos ecossistemas, somente três municípios estão em alerta. São eles: Porto Walter, Jordão e Santa Rosa do Purus.
A dimensão oportunidades foi calculada a partir de quatro componentes: direitos individuais, liberdade individual e de escolha, tolerância e inclusão e acesso à educação superior. Porto Walter, Marechal Thaumaturgo, Jordão e Sena Madureira são os locais com menor pontuação.
O IPS médio da Amazônia Legal, de acordo com o estudo, chegou a 57,1. O valor é inferior à média nacional, que é de 67,73. O levantamento varia de 0 a 100 e leva em consideração 43 indicadores, dentre eles: subnutrição, mortalidade, abastecimento de água, moradia, analfabetismo, violência.
A Amazônia Legal cobre 59% do país e é composto, além do Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins,

Helicópteros da FAB levam urnas para comunidades isoladas no AC.

Urnas são levadas para aldeias indígenas, seringais e reservas.
Força Aérea enviou 18 oficiais do Amazonas para o transporte de urnas.


O Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) montou um esquema, com apoio da Força Aérea Brasileira (FAB), para garantir o transporte de urnas eletrônicas a pelo menos 101 comunidades isoladas do estado, 12 delas na fronteira com o Peru, entre aldeias indígenas, seringais e reservas florestais. Para chegar a estas localidades, as urnas eletrônicas estão sendo transportadas, desde o dia 30 de setembro, por helicópteros, barcos e caminhonetes traçadas. O transporte deve ser concluído até este sábado (4), véspera de eleições.
Dos 22 municípios acreanos, 11 possuem comunidades isoladas, que contam com mais de 5 mil eleitores. Ao todo estão envolvidas nesta força-tarefa 624 pessoas entre mesários, policiais militares, além de 18 oficiais da FAB que vieram do Amazonas.

Dessas 101 áreas, em 77 a transmissão do resultado das eleições para os computadores da Justiça Eleitoral só ocorre via satélite. Em 42 locais, o acesso se dá apenas por helicópteros, enquanto as demais são acessíveis por barcos e caminhonetes traçadas. Para transmitir os dados nessas localidades isoladas, o TRE utiliza antenas de transmissão e notebooks, que são manuseados pelo próprio mesário.
Segundo o presidente do TRE-AC, desembargador Adair Longuini, nesses locais de difícil acesso são transportadas duas urnas para cada seção, a que será utilizada e uma reserva, para garantir que o pleito ocorra sem imprevistos.
"O Acre é o que mais tem seções distantes. Nós corremos risco tanto no caso das seções que têm acesso de helicóptero, como de barco. O helicóptero não voa à noite e também depende do tempo, a embarcação tem a questão da demora, então, têm alguns riscos de atraso no resultado", explicou.
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Longuini enfatizou que caso os mesários não consigam encaminhar os dados para o tribunal em tempo hábil, eles têm orientação para se dirigirem à seção mais próxima e enviar os números. "Aí começa todo o trabalho, se for helicóptero vai ter deslocamento de urna, se for um local servido por embarcação tem todo um esquema já também estabelecido. O próprio mesário já sabe que ele deve tomar uma embarcação, sair do local que ele está, ir para outra seção e lá transmitir os dados", diz.
Ele explica ainda que em alguns locais o deslocamento pode durar até 7 horas. "Em algumas localidades, por barco, pode durar até 7 horas o deslocamento, aí tem o risco da transmissão ocorrer só no outro dia", ressaltou.
O presidente do TRE-AC disse ainda que mesmo em caso de imprevistos, dependendo do resultado já apurado, a contagem dessas urnas pode não fazer diferença nos resultados finais da apuração e a população vai conhecer seus novos governistas.
FAB faz o transporte de urnas para regiões isoladas do Acre (Foto: João Evangelista Souza)
Veja quais os municípios com locais isolados:
Em Assis Brasil, município acreano que faz fronteira com o Peru, são seis comunidades isoladas, todas só possuem acesso por helicóptero. O município de Brasiléia, que faz fronteira com a Bolívia, possui apenas uma reserva distante, com acesso de caminhonete 4X4.

Em Bujari, são três comunidades com acesso de barco. Já em Cruzeiro do Sul, são seis locais, sendo uma com acesso somente de helicóptero, quatro de barco e uma com caminhonete.
No município de Feijó, são nove comunidades, sendo oito por helicóptero e uma com caminhonete. Em Jordão, são três comunidades com acesso só por helicóptero. Em Mâncio Lima, cinco locais distantes, sendo o acesso todos de barco. Em Manoel Urbano são dois locais, um por barco e o outro por helicóptero.
No município de Marechal Thaumaturgo, são 12 localidades, sendo seis somente de barco e seis de helicóptero. Em Porto Walter são nove comunidades, sendo cinco com acesso de helicóptero e quatro de barco. Na capital, Rio Branco, há dois locais com acesso somente por barco. Em Rodrigues Alves são quatro locais, dois com acesso de caminhonete e dois por barco. Em Santa Rosa do Purus são três locais com acesso por helicóptero.

Sena Madureira tem quatro regiões distantes, sendo uma por caminhonete e três de helicóptero. Tarauacá tem seis comunidades, sendo todas por helicóptero. Por fim, em Xapuri são duas reservas, todas com acesso por caminhonete. 


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A BAIXARIA NÃO RENDE VOTOS

Os números da última pesquisa do Ibope confirmam que a política da pancada e dos ataques à dignidade de adversários não funcionou na disputa eleitoral deste ano, no Acre. A liderança confortável do candidato ao Senado, Gladson Cameli (PP) e do candidato ao governo do Acre, Sebastião Viana (PT) comprovam que o eleitor não está interessado nas brigas pessoais e nas campanhas difamatórias, mas quer ouvir propostas que possam trazer algum benefício para o Estado.
A Frente Popular do Acre (FPA), coligação capitaneada pelo PT, acertou na condução do processo eleitoral de Viana, colocando o candidato para falar de seu trabalho desenvolvido ao longo de quase quatro anos de administração. O governador que concorre à reeleição, não partiu para o ataque aberto aos seus adversários (pelo menos no horário eleitoral gratuito), deixando as bordoadas nas mãos dos candidatos proporcionais que fizeram o trabalho sujo.
Caso semelhante aconteceu com Gladson Cameli, que apesar de castigado por grandes nomes da FPA, como Jorge Viana (PT) – o prefeito de Rio Branco, Marcus Viana (PT) e Perpétua Almeida (PCdoB), que se alternaram nas tentativas de desqualificar as peças de mídia de Cameli, que davam conta da distribuição de recursos para todo o Acre, fracassaram. A pancadaria surtiu resultado inverso, impulsionando o progressista que não recuou, mas não devolveu os ataques.
No inicio da campanha, antes de se iniciarem os ataques e citações sobre Gladson Cameli, ele estava atrás de sua adversária na preferência de votos. Um dos episódios que alavancou o crescimento de Cameli, foi o quadro da “escolinha” que tinha como único objetivo, desqualifica e ridiculariza o candidato. A candidata Perpétua Almeida também contribuiu em vários momentos da campanha, utilizando seu tempo de TV para alfinetar seu adversário.
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Se os números de intenção de votos das pesquisas dos institutos Ibope, Vox Populi e Delta se confirmarem, os candidatos de oposição terão a oportunidade de fazer uma ampla reflexão sobre o desperdício de preciosos minutos da propaganda eleitoral, nos questionamentos e ataques que eles fizeram em relação a Operação G7 – que levou à cadeia, secretários, empresários e servidores ligados a Sebastião, problemas na segurança pública e na saúde.
Será que finalmente, o eleitor adquiriu discernimento para escolher as propostas e ignorar as denúncias e acusações pessoais? A resposta para esta pergunta poderá sair apenas nas eleições de 2018, quando um provável embate de novos nomes acontecerá. A lição que fica nas eleições deste ano, é que aos poucos, o eleitor vem adquirindo sabedoria para escolher seus representantes com base em propostas, deixando a boataria e o denuncismo em segundo plano.
Se eleitos, Gladson Cameli e Sebastião Viana confirmam uma mudança significativa no comportamento do eleitorado do Acre. Cameli não perdeu o equilíbrio e, mesmo tentado a partir para o contra-ataque, se manteve lúcido nas propostas. Viana apesar de perder o equilíbrio em alguns momentos dos debates, soube usar seu espaço no horário eleitoral. Principalmente, em seu último programa, quando apresentou avanços significativos na humanização da saúde.
O comportamento dos dois candidatos também seria fruto das escolhas de suas equipes de campanha. Nem sempre o apoio irrestrito aos atos do candidato significa acerto nas estratégias de campanha. Foi evidente que o governador deixou algumas peças mais radicais de seu governo fora da campanha. Cameli também abriu mão de correligionários mais afoitos, seguindo um script trabalhado com coerência pelas boas cabeças de sua coligação.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Jovem é baleado a tiro de escopeta no Ginásio Esportivo

SANTA ROSA DO PURUS: Por causa de reixa antiga jovem resolve atirar em outro jovem nas proximidades do Ginásio de Esporte, as causas seria por desavença antiga, o fato aconteceu as 8:30 horas da noite de quarta para quinta.

A Vitima se encontra internado no Hospital da Família aguardando avião para ser transferido para Rio Branco.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Dilma ganharia em todas as regiões do País, aponta pesquisa Datafolha


Dilma ganharia em todas as regiões do País, aponta pesquisa Datafolha
A presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, venceria em todas as regiões do País, segundo pesquisa de intenção de votos Datafolha, divulgada nesta terça-feira (30). Sempre em segundo lugar, vem Marina Silva (PSB), seguida de Aécio Neves (PSDB), em terceiro.
A maior vantagem da presidente ocorre no Nordeste, onde a petista se encontra 32 pontos percentuais à frente de Marina Silva. Dilma registra 56% das intenções de voto na região, frente a 24% de Marina e 9% de Aécio.
No Norte, Dilma tem 51%, ante 19% de Marina, mantendo a margem de 32 pontos. Aécio pontua com 18% das intenções. Nessas duas regiões, a petistas obtém mais do que a soma dos votos de seus concorrentes, o que não se repete em outras regiões.
Na região Sul, a presidente lidera de maneira isolada nos três Estados. Ela ainda apresenta tendência de crescimento, com 39% das intenções de voto, seguida por Marina Silva, com 26%, e Aécio, com 16%.
As regiões Sudeste e Centro-Oeste têm uma disputa mais equilibrada entre os três presidenciáveis. A petista tem 30%, contra 29% da socialista e 25% do tucano no Sudeste, tornando a disputa mais acirrada na região. Já no Centro-Oeste, diferença entre Dilma e Marina também é de apenas um ponto percentual — 34% a 33%, enquanto Aécio tem 23% das intenções de voto.
Rejeição
Marina Silva teve alta em sua taxa de rejeição pela sexta vez seguida. Na pesquisa realizada em 15 de agosto, apenas 11% dos entrevistados apontavam não votar na socialista de nenhum jeito. Hoje, sua rejeição já chega a 25%.


Aécio é rejeitado hoje por 23%, enquanto Dilma mantém a frente do ranking, com 31% das pessoas se recusando a votar na presidente de qualquer maneira.
Fonte: ac24horas

Sem apresentar novas propostas e trocando acusações, candidatos ao governo do Acre realizam o último debate

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A menos de uma semana das eleições, os quatro candidatos que disputam o governo do Acre, Sebastião Viana (PT), Márcio Bittar (PSDB), Tião Bocalom (DEM) e Antônio Rocha (PSOL) participaram na noite desta terça-feira, 30, do terceiro e último debate nestas eleições, desta vez promovido pela TV Acre, afiliada Rede Globo, mediado pelo jornalista da Rede Globo,  Júlio Mosquéra.
Com relação ao debate promovido na segunda-feira, 29, pela TV Gazeta, pouca coisa mudou.  Os oposicionistas voltaram usar a tática de troca de perguntas para isolar o candidato a reeleição Sebastião Viana, protagonizando um debate apático, com embates diretos  citando questões de saúde, segurança, endividamento e problema no setor produtivo.
O oposicionista Tião Bocalom abriu o primeiro bloco, questionando Bittar pelo endividamento do Acre. O tucano apresentou os números do endividamento, destacando que apesar de o governo trazer muitos recursos, os problemas de saúde, segurança e produção persistiram. Bocalom falou ainda da fábrica de tacos, que de acordo com ele, foi um investimento que não foi revertido em benefícios para o Estado do Acre desde a sua inauguração.
Visivelmente irritado, Sebastião Viana pediu considerações de Bocalom, sobre o endividamento do Estado e a falta de recolhimento de seis anos de desconto previdenciário. O oposicionista voltou a afirmar que o governo deixou de recolher os descontos previdenciários. Viana retrucou e disse que nunca houve falta de recolhimento, afirmando que Bocalom não sabe o que é divida previdenciária, nem conhece as regras previdenciárias.
A indenização dos Soldados da Borracha também fez parte do repertório de questionamento dos oposicionistas. Antônio Rocha questionou Bittar sobre a união homoafetiva. “O homem nasceu para mulher, como a mulher nasceu para o homem”, disse Bittar ao afirmar seus princípios cristãos. O tucano disse que não discrimina homossexuais e destacou que pretende fazer uma administração para todos. “O governo não pode entrar na vida privada das pessoas”.
A habitação popular também também foi citada no debate entre os candidatos. Sem poder perguntar para Márcio Bittar, o candidato Tião Bocalom fez um bate-bola com o nanico Antônio Rocha. Bocalom acusou a administração petista de copiar seu projeto de habitação popular, que teria sido batizado de Cidade do Povo. Rocha, obrigatoriamente, teve que perguntar a Sebastião Viana sobre suas propostas para geração de emprego e renda para os jovens.
Sebastião Viana aproveitou as perguntas obrigatórias, para disparar contra a oposição, afirmando que fez mais na área de emprego e renda do que todas as administrações da oposição. “Formamos 74 mil pessoas no ensino profissionalizante, quando assumi tinham apenas três distritos industriais, hoje temos 12” – enquanto toda oposição governava não chegava a metade do que ele fez. Viana enfatiza que gerou emprego na área de habitação.
Obrigado a questionar o candidato petista, Márcio Bittar indagou Sebastião Viana pelos projetos de preservação ambiental. Para Viana, o Acre é comprometido com os recursos naturais e a qualidade de vida. O tucano retrucou Viana, com a questão da cobertura do abastecimento de água que não chegaria a 50%. O petista enfatizou que o tucano Bittar não debatia com a verdade ao informar que o estado teria apenas 50% de abastecimento. “Temos 92% de cobertura”.
Na área de infraestrutura, Sebastião Viana debateu com Antônio Rocha. Apesar das constantes reclamações de condutores, o candidato petista enfatizou que os motoristas não encontram buracos na BR-317 e BR-364. Rocha desconstruiu o discurso de Viana, falando dos problemas técnicos do programa Ruas do Povo, que de acordo com ele, não alcançou as metas estipuladas pelo governo, além de não atender especificações técnicas na execução das obras.
O candidato do PSOL voltou a jogar duro com os adversários. Rocha comparou Márcio Bittar a José Sarney ao especular quantas vezes o tucano veio ao Acre, em seus quatro anos de mandato. Bittar acusou Rocha de preconceituoso, usando as armas que seus adversários o atacaram durante sua trajetória política. “Como acreano preciso ter certeza que não teremos o perigo de ter aventureiros na política”, disse Rocha.
As pegadinhas não foram deixadas de fora do último debate. Sebastião voltou a questionar Bittar pelo equilíbrio atuarial no regime de repartição simples da previdência. Encurralado, Bittar não respondeu e acusou Viana de apresentar números falsos e de tentar debater assuntos que não seriam de interesse público. Sebastião tentou desqualificar os oposicionistas. Para ele, Bittar e Bocalom demostram desconhecimento até mesmo na questão previdenciária.
Bocalom e Rocha ainda tentaram manter o tema “saúde de primeiro mundo” num embate direto, mas os argumentos repetitivos dos oposicionistas não permitiu que o assunto repercutisse. Sebastião Viana tirou a saúde do foco, pedindo uma análise de Bocalom, da segurança pública no Acre e no Brasil. “Quero saber é da nossa casa, como está a segurança pública do Acre”, disse Bocalom ao propor a contratação de mais de três mil policiais.
Sebastião Viana também mostrou suas armas contra Bittar e Bocalom. O petista  ressalta que valorizou os servidores em todas as áreas e cutucou a proposta de Bittar, de reduzir o número de servidores em cargos de confiança. Para manter os votos dos servidores, Viana agradeceu a dedicação em todas as pastas de sua administração. Rocha retrucou prometendo reduzir o número de cargos comissionados e realizando concursos públicos. “Cargos de confiança vão compor apenas o primeiro escalão, do segundo em diante iremos valorizar o servidor públicos”, disse o candidato do PSOL.
No final do programa, Bocalom fez dobradinha com Antônio Rocha para falar de desenvolvimento e produção. Rocha acredita que a saída para o setor produtivo é incentivar os pequenos agricultores. Bocalom falou de sua propostas de “produzir para empregar”, utilizada nas suas últimas campanhas, como a redenção para o setor econômico e a saída para geração de novos postos de trabalho nos 22 municípios do Acre.
A última pergunta do debate, obrigatoriamente, foi feita ao governador Sebastião Viana. De acordo com Bittar, pesquisas revelam que 80% da população colocaria a saúde como o principal problema do governo. “Coloca a saúde como uma causa de relação de amor ao próximo”, disse Viana ao reconhecer que a saúde ainda precisa avançar. Ele apresentou os números de mutirões de tratamento. Bittar acusou o petista de fazer um governo midiático ao contestá-lo.
O último debate foi uma cópia retocada dos demais realizados por outras emissoras. Os candidatos não apresentaram novas propostas nem novas denúncias contra a atual gestão. Com a vantagem dos números dos institutos de pesquisas a seu favor, apesar de isolado, Sebastião Viana fez pegadinhas de assuntos técnicos, defendeu sua administração, tentou desqualificar os adversários, mas não apresentou nenhuma nova proposta. Ao contrário do último debate, a Operação G7, que prendeu secretários e empreiteiros no passado, nem foi citada pelos oposicionistas.
Fonte Ray Melo, da editoria de política de ac24horas