domingo, 22 de dezembro de 2013

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Falar dos 25 anos sem Chico Mendes, para mim que tive o privilégio de conviver com ele, só tem sentido se eu falar dos anos dessa convivência, que foi curta. Uma pena! A primeira reunião que tive com o Chico foi na Universidade de Brasilia, em 1985, quando ali acontecia o primeiro encontro do Conselho Nacional dos Seringueiros. Poucos meses depois, vim para o Acre e, como engenheiro florestal, comecei a trabalhar e a me envolver com o movimento que ele liderava.
Se o tempo foi curto ou pouco até sua morte em 1988, posso afirmar, entretanto, que foi o mais rico de formulação de conceitos do movimento dos povos da floresta. O mundo ainda não conhecia o conceito de sustentabilidade, mas ele nascia ali. Em um discurso que fez no Senado, na sessão solene lembrando os 25 anos da morte de Chico Mendes, o ex-Governador Binho, que de todos nós foi o que mais conviveu com o ele, porque foi o primeiro a ir a Xapuri dar aula e ajudar na construção de escolas do Projeto Seringueiro, disse: "O Chico era detentor de um pensamento extremamente rebuscado e complexo, uma inteligência refinada que eu vi em poucas pessoas em toda a minha vida. Na minha opinião, o grande feito do Chico é ser talvez o fundador, ou uma das pessoas mais importantes para o socioambientalismo. Chico Mendes foi realmente um grande mestre".
No meu caso, o mestre Chico deu sentido para minha vida. Não tenho nenhuma dúvida de que o movimento político que realizamos no Acre não teria ocorrido sem a acreanidade e os ideais que o moviam. Ou alguém acha que o Acre ganharia a dimensão desproporcional no cenário político nacional, que projetou Marina Silva, se não tivesse nascido aqui o movimento desse povo simples, que morava na floresta e lutou para permanecer nela?
Chico Mendes era um visionário que sabia projetar para o futuro conquistas ainda não imaginadas para quem vive fora da floresta. Para ele, a floresta nunca foi o "fim do mundo", mas sim o começo de um "admirável mundo novo". No inicio dos anos 80, o Acre era lugar de encontros que hoje fazem parte da história. Foi aqui e nessa época que Lula veio dar apoio ao movimento e receber suas primeiras lições sobre meio ambiente e as populações tradicionais da floresta. Daí eu sempre ressaltar o privilégio que minha geração teve de ter dois mestres na nossa formação: Lula na política e Chico Mendes no ambientalismo.
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Muitos perguntam qual foi o legado de Chico deixou. Todos querem saber sobre economia florestal, avanços sociais e proteção ambiental. Mas as respostas tem que levar em conta que a Amazônia é muito complexa. Não tenho nenhuma dúvida de que na biodiversidade, na natureza da Amazônia, estão todas as respostas para as perguntas que fazemos e para aquelas que ainda não aprendemos a formular. É claro que os ganhos, graças a luta de Chico Mendes, são enormes. A destruição das florestas reduziu drasticamente na região, a educação chegou aos seringais, tivemos melhorias sociais e temos experiências exitosas de desenvolvimento econômico comunitário.
Mesmo 25 anos depois de sua morte, tem muitas lições que não aprendemos em nosso País. Floresta não pode seguir sendo vista como um problema. Floresta é o nosso melhor ativo econômico. As políticas públicas precisam incorporar as lições que Chico Mendes nos deixou. Foi assim que tivemos êxito no Acre. O nosso Governo da Floresta se guiou no conceito de florestania e nos ideais de Chico Mendes. E foi bem sucedido. O Binho trabalhou, e agora o Tião trabalha na busca de consolidar o desenvolvimento sustentável no Acre.
Os desafios que temos pela frente ainda são enormes, porque o mundo já incorpora os conceitos que Chico Mendes ajudou a conceber, mas nós na Amazônia, ainda não. A vantagem, entretanto, é que contamos com o protagonismo daqueles que foram liderados por ele. Por isso, acreditamos no futuro.
Se eu fosse fazer uma lista dos 100 brasileiros mais importantes do século passado, nesta lista estaria o nome do mestre Chico Mendes, hoje patrono do meio ambiente brasileiro.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Cantor Reginaldo Rossi, o Rei do Brega, morre aos 69 anos de câncer no pulmão

O ídolo de uma enorme massa bregueira se foi nesta sexta-feira (20), após quase um mês de uma luta inglória contra um recém descoberto câncer de pulmão.
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Aos 70 anos "O Quente" se foi, porém o Rei do Brega nunca perderá sua majestade. A Música Popular Brasileira ficou mais triste com a morte do cantor e compositor pernambucano Reginaldo Rossi. O ídolo de uma enorme massa bregueira se foi nesta sexta-feira (20), após quase um mês de uma luta inglória contra um recém descoberto câncer de pulmão. Agora, os bailinhos promovidos pelo rei e seus súditos serão lembrados com muita saudade, deixando em pedaços os corações daqueles que acompanhavam uma carreira de sucesso que começou em 1964. Ele deixa esposa, com quem era casado há cerca de 30 anos, e dois filhos.
Rossi tinha uma vida desregrada. Bebia e fumava muito - doces pecados. Amigos e familiares alertavam, mas ele vivia como se estivesse em plena lua de mel com seus fãs. Porém o rei foi traído pela idade, que lhe trouxe graves problemas de saúde.
No último dia 27 de novembro o cantor deu entrada no Hospital Memorial São José, na área central do Recife - cidade cantada com orgulho, pelo músico que nasceu no dia 14 de fevereiro de 1944 na capital pernambucana. Ele sentia fortes dores no peito, mas são era por um amor não correspondido. Eram os sinais de uma enfermidade que não teve piedade com o rei, ou com aqueles que o amavam.
Apesar da partida, o legado da popularização do brega fica. Traições, desilusões, conquistas e noites de amor viraram letras de música que inspiraram (e divertiram) gerações. Sucessos como “Garçom”, “A raposa e as uvas”, “Ai, Amor”, “Em Plena Lua de Mel” e “Tenta Esquecer” são, exclusivamente, de sua autoria.
Já outros hits como ”Mon amour, meu bem, ma femme”, “Tô doidão” e “Deixa de banca” ganharam fama na voz do Rei, que foi comparado no início de sua carreira com outra majestade, Roberto Carlos.
Longe das comparações, Rossi mostrou para que veio ao conquistar estatísticas invejáveis no cenário da música brasileira: 14 discos de ouro; dois discos de platina; um disco de platina duplo e um disco de diamante. Em 49 de carreira foram 21 LPs e dez CDs lançados, com músicas cantadas no velho e bom portugês, no famoso inglês ou no charmoso francês.
A paixão por outros idiomas pode ser explicada pela banda que sempre afirmou ser uma das mais fortes influências para sua carreira: The Beatles. Mas engana-se quem pensa que a única faceta de Reginaldo Rossi era a de cantor das multidões. O artista já teve passagens pelas salas de aulas, tanto como professor de física e matemática, assim como aluno da graduação em engenharia civil.
Mesmo sem ter se formado engenheiro, Rossi deixou diversas obras e construiu uma identidade cultural. Não satisfeito, o rei ainda tentou enveredar no mundo da política, mas nesse campo o sucesso não foi alcançado. Reginaldo Rossi candidatou-se a deputado estadual de Pernambuco nas eleições de 2010 pelo PDT, sem êxito. Esse fracasso teve seu lado positivo, afinal, a vossa majestade do brega permaneceu mais tempo nos palcos.
Fonte: Contil Net

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Leitor viajante encontra no Acre "um outro mundo, completamente estanque e original" A viagem pelo Acre teve início no município de Cruzeiro do Sul, de onde seguiu para Rondônia, Amazonas e Boa Vista, capital do estado de Roraima.

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O site Zero Hora publicou nesta quarta-feira (18), o relato de Armando Boese Azambuja, um leitor do Viagem, seção do próprio site, que tem 61 anos. Ele é médico e conhece 94 países.
Em seu relato, ele conta que em maio de 2014 vai fazer a Transiberiana. A viagem pelo Acre teve início no município de Cruzeiro do Sul, de onde seguiu para Rondônia, Amazonas e Boa Vista, capital do estado de Roraima.
Deste ponto, o médico continuou a viagem rumo à Serra do Tepequém e daí ao Salto Angel, a maior cachoeira do mundo, na Venezuela, passando pelo Monte Roraima, onde acampou no topo.
Confira sua visão sobre as terras acreanas:
“Cheguei ao hotel, em Cruzeiro do Sul. É um hotel simpático, quase no centro da cidade. Estão construindo um anexo que, pelo visto, será bem luxuoso. Está bem situado, na parte alta da cidade, a uns 700 metros da praça da Matriz. Escolhi um quarto estrategicamente posicionado com uma bela vista para o rio. Ali passava horas, vendo o intenso fluxo das catraias indo e vindo pelo rio Juruá.
Esta região concentra três cidades ligadas por um anel rodoviário: Rodrigues Alves, Mâncio Lima e Cruzeiro do Sul. A BR 364 tem uma ramificação de chão batido precariamente transitável até a localidade de Boqueirão da Esperança, na Serra do Divisor, onde o Brasil faz fronteira com o Peru. Todos os outros acessos às inúmeras localidades são exclusivamente feitos pelo transporte fluvial.
Cidades como Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Jordão, estão perdidas no meio da selva, tendo o rio como único meio de transporte, ou pequenas pistas de pouso, onde monomotores se aventuram a alcançar.
Vale a pena pegar um mapa do Acre; não vale o Quatro Rodas, pois é muito incompleto e ignora muitas localidades do Brasil. Prefira, por exemplo, o "Mapograf". Repare com atenção o formato do Acre: lembra vagamente dois seios, ou dois triângulos lado a lado, tendo suas bases no Amazonas e suas pontas cravando-se no território peruano.
Siga em direção a estas pontas; irá encontrar estas cidades mencionadas, praticamente em total estado de isolamento. Elas têm suas origens em antigos seringais e foram redutos de valentes brasileiros que perderam suas vidas defendendo suas terras e sua subsistência, numa região ignorada e esquecida pelo governo central.
Aqui vale a pena estudar um pouco a história do Acre, principalmente a Revolução Acreana. Este mapa e estas comunidades perdidas num Brasil pouco conhecido, locais intactos da nossa flora e fauna, me levaram até lá.
Motivo pelo qual ficava horas e horas no porto do rio Juruá, vendo, ouvindo e pensando, enquanto a vida ribeirinha fluía no seu duro dia a dia, no carregar e descarregar provisões nas precárias embarcações que os levaria aos seus lares, nos mais remotos rincões do estado.
Perguntando aqui e acolá aos capitães das embarcações sobre como era a vida a bordo, o tempo de viagem, alimentação e condições de navegabilidade, vou ficando de alma lavada e um prazer imenso de ir descobrindo aos pouco que, num mundo onde se apregoa a rapidez das comunicações e facilidades, vejo aqui um outro mundo, completamente estanque e original.
Cruzeiro do Sul é uma cidade pequena, de um povo amistoso e atencioso, embora extremamente calado, algo que me chamou a atenção: mesmo em aglomerados, não fazem algazarra.
Passei nesta cidade o feriado da Padroeira do Brasil. Na esplanada principal, em frente à Catedral, fizeram um grande bingo para onde, pelo que imagino, fluiu toda a população da cidade. Foi uma grande festa, mas o silencio imperava.
Ficava observando casais de namorados nas praças, restaurantes, enfim, famílias, e não ouvia grandes falatórios. Riam, comiam e falavam pouco. Noutra oportunidade, subindo o rio Juruá com um barqueiro que no passado tinha sido seringueiro, perguntei por que eles eram tão quietos. Para minha surpresa, sua resposta foi: ‘O que vou falar, não tenho nada para contar...’.
Investigando um pouco mais, fui sabendo que pelo tipo de vida que estes homens têm, levantando às duas horas da madrugada, se embrenhando na mata para retirar o látex e voltando só no final da tarde, sempre sozinhos, achavam seu ‘mundinho’ muito pequeno e sua vida muito insípida. Ledo engano; após insistir, escutei relatos comoventes e arrebatadores das vidas destes homens na mata.

Tanto de seringueiros, garimpeiros, madeireiros e barqueiros. Relatos comoventes, aventuras fantásticas dignas de filmes, que quando me atrevo a reproduzir, as pessoas me olham meio desconfiadas, pois acham que estou a aumentar ou inventar. Basta apenas comprovar, vá e ouça”.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Seringueiros denunciam truculência do ICMbio na Reserva Chico Mendes; analistas ambientais negam ilegalidade


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A fiscalização do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMbio) estaria indo contra todos os princípios do líder seringueiro de quem herdou o nome. A truculência dos fiscais estaria aterrorizando os poucos seringueiros que ainda resistem e tentam tirar seu sustento da Reserva Extrativista Chico Mendes.
A ação dos fiscais estaria indo também de encontro ao projeto das administrações petista do Acre. O partido assumiu o governo há 15 anos, com a proposta da “florestania” e a defesa dos seringueiros, bandeira usada exaustivamente pelos governantes para atrair recursos externos para o Estado.
Os seringueiros Francisco Braga, de 57 anos, e Olavo Pessoa Ribeiro, de 59 anos, denunciaram nesta segunda-feira (9), que no dia 23 de outubro deste ano, teriam passado momento de terror após receberem a visita de dois fiscais do ICMbio e dois policiais do Pelotão ambiental, no Ramal do Riozinho, no quilômetro 15, na estrada Transacreana.
Acompanhados da presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Rio Branco, Fátima Pedrosa, os seringueiros relataram que os policiais e os fiscais chegaram em suas propriedades, derrubaram barracas construídas para protege-los do sol no roçado e os prenderam por porte ilegal de armas.
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“Estávamos no roçado, quando os fiscais chegaram. Eles derrubaram duas pequenas barracas que fizemos para proteção do sol, depois perguntaram se tínhamos armas. Fomos conduzidos até nossas casas, onde eles procederam uma revista e apreenderam três espingardas”, diz Francisco Braga.

Os analistas ambientais contestaram a denúncia. De acordo com Fluvio Mascarenhas não existe truculência nas abordagens do ICMbio. “Existe um procedimento padrão, os fiscais são treinados. Na maioria das vezes, eles dão esta versão para esconder os crimes ambientais que cometem”.
Os fiscais teriam apreendido uma espingarda calibre 28, uma calibre 36 e uma calibre 20. Os seringueiros afirmam que as armas são usadas exclusivamente para caça de subsistência e proteção nas estradas de seringa, “onde existem muitas feras que ameaçam nossas vidas”, enfatiza Olavo Pessoa.
A analista ambiental, Iria Oliveira, que participou da abordagem dos denunciantes disse que os fiscais foram responsáveis apenas pelo auto de infração de desmatamento. As armas foram apreendidas pelos militares porque estavam irregulares. Uma estava com a licença vencida e as outras duas não tinham licença.
Segundo os seringueiros, suas licenças estavam vencidas, mas já estavam em processo de renovação, mesmo argumentando com os fiscais, eles foram conduzidos à Delegacia de Flagrantes (DEFLA), em Rio Branco. Eles afirmam que foram ameaçados durante todo o tempo de serem conduzidos ao presídio.
“Eles alegaram que tinham dificuldades de regularizar as armas. Expliquei que os assentados podem ter acesso a uma declaração para provar que a arma é de uso como forma de subsistência. A parte policial não é competência nossa. Eles foram conduzidos à delegacia pelos policiais”, esclarece Iria Oliveira.
Francisco Braga e Olavo Pessoa denunciam ainda que foram vítimas de discriminação social. “Estamos assustados. Como é que um governo que prega a economia solidária permite que os trabalhadores das reservas sejam tratados como verdadeiros criminosos?”, questiona Olavo Pessoa.
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Iria Oliveira declara que apenas Olavo Pessoa é um morador regularizado da reserva. De acordo com ela, Francisco Braga é irmão de Olavo Pessoa, e já teria procurado o ICMbio para se  regularizar, mas foi informado que apenas os extrativistas que estavam no local até a criação da reserva podem permanecer.
Para os denunciantes, a ação documentada por emissora de TV serviu apenas para explorar suas imagens como criminosos ambientais. “Ficamos das 9h até às 21h, dentro de um carro. Só fomos soltos porque eles descobriram que eu tinha um pouco de dinheiro no bolso, que nem era meu”, destaca Francisco Braga.
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Os analistas ambientais alegam que as denúncias de irregularidade na reserva são feitas pelos próprios moradores. “Esta fiscalização foi um pedido do MPF, que recebeu denúncia de que estaria havendo venda ilegal de lotes na reserva. Segundo Iria Oliveira, um dos denunciantes foi notificado para deixar o local.

Os trabalhadores informaram que o delegado plantonista estipulou uma multa de R$ 460. “Passei dois dias sem dormir. Fui tratado como bandido pelos fiscais. Um amigo chegou no momento da prisão foi questionado se trabalhava com a gente, ele negou, os fiscais disseram: então você suma daqui”, relata Olavo.
Os denunciantes informaram que os fiscais teriam multado em R$ 10 mil – cada um deles. Os extrativistas afirmam que não podem pagar a infração, já que ganham pouco mais de R$ 1 mil por mês, da cooperativa que vendem a produção de borracha e castanha. “Só podemos plantar menos de um hectare, agora, sem armas, nós vamos virar comida de onça e de queixada”, ressalta Braga.
Fluvio Mascarenhas disse que apenas um auto de infração foi aplicado. “Francisco Pessoa foi multado por desmatar 0,8 hectare. A fiscalização acontece pelo volume de denúncias. A base de informação é a comunidade. O posseiro que recebeu a multa foi notificado que não pode permanecer na reserva, mesmo assim, ele insiste”.
O analista destaca que a reserva Chico Mendes tem mais de um milhão de hectares. Para ele, a maioria das pessoas que apresentam denúncias entram no local, não para fazer uso de forma sustentável, “mas para tirar madeira, vender e transformar a propriedade em pasto para criação de gado”.
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“A maioria não é extrativista. Um exemplo é o senhor Francisco Pessoa, que não é reconhecido como morador, não consta nem como agregado. Sempre avisamos que só podem permanecer os cadastrados e seus filhos e netos. Temos regras estabelecidas, não podemos abrir precedentes”, esclarece Mascarenhas.

Não é a primeira vez que fiscais do IMCbio são denunciados. Em 2011, produtores da região do Igarapé Mercedes, na região do Jordão, denunciaram uma ação truculenta dos servidores do instituto, que armados, teriam causado pânico e terror a famílias de seringueiros da localidade.
Fonte:  Ac24Horas

sábado, 7 de dezembro de 2013

Revendo Amigos de outras épocas

 

Essa é Muito boa

Amigos da vizinha Cidade de Manoel Urbano

 As curvas dos Rios da nossa Amazônia

Tomando Todas no festival de praia de Santa Rosa do Purus, Evilásio e Luiz Pinheiro

Os povos indígenas faz a diferença em Santa Rosa do Purus

 Seleção de futebol de campo de Manoel Urbano, amigos que marcaram épocas 
Festival do Pirarucu d e Manoel Urbano, Lago do Santo Antonio