domingo, 8 de janeiro de 2012

Maior avião de passageiros do mundo pode não ser seguro Engenheiros australianos afirmam que Airbus A380 pode ultrapassar os limites da segurança nos ares.


O Airbus A380 é considerado o maior avião de passageiros do mundo, o que significa que um acidente pode representar a morte de muito mais pessoas do que em outras aeronaves. Por essa razão, a segurança deles precisa ser revista com frequência. Em recentes verificações, os responsáveis da Singapore Airlines e Qantas Airways encontraram falhas nas asas, que podem comprometer a confiança na Airbus.

Segundo engenheiros australianos, os Airbus A380 não são os aviões mais seguros da atualidade. Isso aconteceria porque o peso da aeronave seria excessivo, comprometendo a vida útil das asas. A própria fabricante confirmou para a BBC que algumas pequenas falhas foram encontradas nas asas, mas também disse que não era nada que pudesse por em risco os passageiros e a tripulação.


EUA ameaçam atacar o Irã 
Chefe do Pentágono afirmou que adotará intervenção militar caso as forças militares iranianas bloqueiem o estreito de Ormuz.



Os Estados Unidos responderão através da força caso o Irã tente bloquear o estreito de Ormuz, passagem estratégica para o tráfego marítimo de petróleo, afirmou neste domingo o chefe do Pentágono, Leon Panetta, evocando uma "linha vermelha" que não deve ser ultrapassada.

"Fomos muito claros sobre o fato de que os Estados Unidos não tolerarão o fechamento do estreito de Ormuz. Esta é uma linha vermelha para nós e vamos responder", advertiu o secretário americano de Defesa durante a transmissão do programa "Face the Nation" na rede de televisão CBS.

A tensão aumentou entre Teerã e Washington desde terça-feira, após a advertência iraniana sobre a presença da marinha americana no Golfo enquanto realizavam manobras militares, despertando temores sobre o eventual fechamento do estreito de Ormuz, por onde transita 35% do petróleo mundial transportado por via marítima.

Navios mobilizados

Washington advertiu que manterá seus navios de guerra mobilizados no Golfo, enquanto a Casa Branca considerou que as advertências do Irã demonstravam sua "debilidade" e a eficácia das sanções aplicadas contra o país por impulsionar seu polêmico programa nuclear.

O oficial americano de maior patente militar, o general Martin Dempsey, que acompanhou Panetta em sua apresentação, disse que o Irã estaria em condições de bloquear o estreito, o que seria uma "ação intolerável", segundo ele.

"Eles investiram em meios que poderiam permitir o bloqueio por um tempo do estreito de Ormuz. De nossa parte, investimos em meios para garantir que, se este for o caso, possamos impedir" a ação, informou o militar no programa da CBS. "Atuaremos e reabriremos o estreito" caso ele seja fechado, acrescentou o general Dempsey.



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