sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Curso de Medicina para o Juruá

Ministro da Educação garante a Tião Viana curso em Cruzeiro do Sul, vagas duplicadas no curso de Rio Branco, campus da Ufac em Brasileia e ensino a distância.
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O Ministro da Educação, Fernando Haddad, se comprometeu ontem com o governador Tião Viana, o senador Aníbal Diniz, coordenador da bancada, o deputado federal Sibá Machado e representantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) de dobrar de 40 para 80 o número de vagas do curso de Medicina de Rio Branco e de criar o curso de Medicina também em Cruzeiro do Sul, no Vale do Juruá.
Outros dois compromissos assumidos pelo ministro com a educação superior do Acre foram o de apoiar a criação do campus da Ufac no Vale do Alto Acre, com sede em Brasileia, e de habilitar os cursos a distância da universidade federal acreana para ampliar as oportunidades de ensino superior para os jovens dos municípios do interior, sem precisar que eles se desloquem para a capital.
“Foi um encontro de grande importância para a expansão do nosso ensino superior”, comemorou o governador Tião Viana, ao destacar a participação do vice-reitor da Ufac, Pascoal Muniz, do coordenador do curso de Medicina, Thor Dantas, dos senadores Aníbal Diniz e Jorge Viana e do deputado federal Sibá Machado, que mediou a relação entre o Ministério da Educação, o governo do Estado e a Ufac para as conquistas sacramentadas pelo ministro Fernando Haddad.
O governador também fez questão de destacar a importância, para a saúde do povo do Juruá e dos municípios amazonenses da fronteira com o Acre, do curso de Medicina que será implantado em Cruzeiro do Sul. “É uma grande notícia para a saúde do nosso Estado a ampliação das vagas do curso de medicina da Ufac em Rio Branco e a criação do curso de Medicina em Cruzeiro do Sul”, afirmou o governador. Ele também frisou as vagas que serão abertas pelo curso de Medicina de Cruzeiro do Sul para a infraestrutura da residência médica e para as especializações de mestrado e doutorado, destinadas à formação dos professores do novo curso.



Receita Federal deve bloquear FPM de 11 Prefeituras  acreanas.


O município que até o próximo mês, não esclarecer os débitos poderá perder o FPM


A Receita Federal aguarda até o final do ano, que 11 prefeituras do Acre esclareçam divergências entre o valor declarado e o valor recolhido do INSS, que contabilizam 12,5 milhões de reais. O município que não justificar a pendência poderá perder o recurso do FPM, fundo de participação dos municípios, o maior recurso federal que chega às prefeituras acreanas.

A Receita não divulga quais são as prefeituras, mas alerta aos administradores para não deixarem de explicar por que foram constatadas irregularidades entre o valor declarado pelo município e o valor do INSS recolhido dos servidores e empresas terceirizadas.
Onze prefeituras do Acre devem justificar a pendência constatada pela Receita, o valor chega a R$ 12,5 milhões. O município que até o próximo mês, não esclarecer os débitos poderá perder o FPM, fundo de participação dos municípios, o maior repasse federal que chega às prefeituras do Acre.

Na semana passada, a Receita Federal em Manaus anunciou o bloqueio do FPM de 31 municípios do Amazonas. A expectativa da Receita no Acre, é que as prefeituras atendam as solicitações de informações até o final do ano, para não perderem o recurso. “Caso não haja regularização essa será uma medida. Não queremos bloquear o FPM dos municípios por que sabemos que isso vai prejudicar a população, por isso, pedimos que os municípios regularizem sua situação”, disse o delegado Leonardo Frota.

Algumas prefeituras já procuraram a receita para pedir orientações, enquanto a maioria faz o levantamento com informações de 2007 até hoje. Para a associação dos municípios do Acre, a possibilidade de bloqueio do FPM gera nova preocupação. “O FPM representa hoje, metade das despesas dos municípios. A maioria dos funcionários são pagos com essa verba”, comenta a secretária executiva da Amac Telma Chaves.


Luzes de cidades podem revelar a localização de extraterrestres



Pesquisadores desenvolvem técnica que seria capaz de fazer com que um telescópio em Plutão detectasse a cidade de Tóquio.



Se você olhar para a Terra do espaço, ficará claro que há vida inteligente aqui pela imensa quantidade de luzes concentradas em diversas partes do planeta. Agora Abraham Loeb, da Universidade de Harvard e Edwin Turner, da Universidade de Princeton, afirmam que podemos encontrar outras civilizações da mesma forma.
A razão dessa mudança de percepção aconteceu pois a maneira de busca atual, através de ondas de rádio, não tem se mostrado tão eficaz. Isso principalmente porque, ao contrário da crença popular, transmissões de TV não viajam assim tão longe.
Além disso, conforme a nossa civilização avança no caminho da comunicação através da fibra ótica, menos resíduos de energia são gerados. Dessa forma, outras hipotéticas civilizações podem ter feito o mesmo, o que dificultaria nossas buscas.
A pesquisa feita por Loeb e Turner mostra que luzes artificiais em planetas remotos podem ser identificadas por telescópios de última geração. A premissa básica é simples: Planetas que são exclusivamente iluminados pelo sol possuem uma “identificação de luz” diferente de planetas que possuam iluminação artificial.
Loeb e Turner afirmam ainda que o uso dessa técnica, em comunhão com telescópios de longo alcance, tornaria capaz a identificação de uma grande cidade da Terra mesmo estando na borda do nosso Sistema Solar. Com o avanço dos telescópios, esse alcance deve ficar ainda maior.
Claro que para essa técnica dar resultados imediatos, os extraterrestres devem estar em uma distância de no máximo 50 unidades astronômicas (algo como daqui até Plutão). Claro que isso é improvável, mas o avanço da tecnologia já nos permite enxergar cada vez mais longe no espaço.

Hackers atacam sites da TAM e Gol.

Na manhã desta quinta-feira (3), os sites das companhias aéreas TAM e Gol foram alvos de ataques hackers. Durante todo o período, as páginas das empresas demonstraram uma grande instabilidade, impedindo que clientes pudessem acessá-las ou concluir a compra de passagens. As empresas admitiram que enfrentaram problemas com hackers ou instabilidade de serviços, mas tudo já está normalizado.
Quem assumiu a responsabilidade pelos ataques foi o grupo iPirates. Em mensagem publicada no Twitter, os hackers dizem que as ações foram uma forma de protesto contra o “péssimo atendimento” das companhias aéreas. O grupo também alega ter roubado dados confidenciais dos clientes da TAM. Porém, a empresa nega e assegura que as informações financeiras de seus clientes estão bem protegidas.













Um comentário:

  1. Prefeito é acusado de construir escola para valorizar sua fazenda enquanto alunos estudam em casebre de palhaDa Redação da Agência ContilNet
    A escola construída na propriedade do prefeito Zé Brasil (PT) está de portas fechadasO vice-prefeito Hilário e o vereador Antonio Lima mostram as condições da escola que atende os estudantes da Comunidade Estirão
    Uma comissão de vereadores de Santa Rosa do Purus irá pedir que o Ministério Público Estadual faça uma investigação no patrimônio adquirido pelo prefeito do município, José Brasil (PT), nos últimos dois anos.

    Nesta quinta-feira, os parlamentares já pediram à Mesa Diretora que envie ofício ao prefeito solicitando sua declaração de bens com data de primeiro de janeiro de 2009, quando o mesmo assumiu a prefeitura.

    Depois de ser acusado de utilizar tratores doados pelo Deracre para construir açudes em sua fazenda, o prefeito Zé Brasil terá que explicar aos vereadores e ao vice-prefeito por que construiu uma escola em sua fazenda que nunca atendeu a nenhum aluno, já que está de portas fechadas desde sua inauguração.

    “Enquanto isso, os jovens e crianças que moram na Comunidade do Estirão, são obrigadas a estudar em uma escola de palha, caindo aos pedaços”, denuncia o vice-prefeito Hilário Augusto.

    De acordo com Hilário, na escola localizada na Comunidade Estirão, falta material didático e utensílios para a cozinha. “Só vendo para acreditar o quanto os professores sofrem para trabalhar em um local como aquele”, conta.

    O vice-prefeito diz que Zé Brasil terá que devolver o dinheiro que usou para construir uma escola que somente valoriza sua propriedade. “Vamos acionar o Ministério Público, afinal, o dinheiro da população foi utilizado apenas para estruturar ainda mais a fazenda do prefeito”, afirma.

    Para o vereador Antonio Lima, o que tem sustentado a educação no município de Santa Rosa do Purus é a determinação das pessoas que trabalham neste setor.

    “Mesmo com todos os problemas, os professores e o pessoal de apoio insistem em fazer o melhor para garantir uma boa educação às pessoas que querem e precisam estudar, principalmente as crianças e os jovens”, destaca o parlamentar.

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