sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O Analfabeto Político


Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, O pior analfabeto é o analfabeto político, ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. O analfabeto político do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. Não sabe o imbecil que, é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e o lacaio das empresas nacionais e multinacionais.


ANALFABETISMO POLÍTICO


O Brasil hoje ostenta um índice de analfabetismo relevantemente alto considerando o crescimento do desenvolvimento econômico do país. Segundo dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia Estatística, cerca de 10% das pessoas acima dos 10 anos de idade ainda são analfabetas. Esses números poderiam ser mais animadores, mas infelizmente o nosso país ainda não oferece uma educação de qualidade ou não repassa os recursos necessários para se construir uma base na educação brasileira. Diante disso, em época de eleições é comum encontrar candidatos que se enquadram nessa estatística e são eleitos sem o menor preparo para representar o povo no poder. Povo esse, que também elege o candidato por simples afinidade, motivo pessoal ou influência alheia, ou seja, um total desconhecimento do que é votar e legitimar o direito de cidadão consciente sabendo analisar e escolher o mais apto para representar a população no poder.


Cuba x Brasil: acerto de contas no voleibol feminino.

Guadalajara, México, 20 out (Prensa Latina) A partida final de revanche no ambiente dos Jogos Panamericanos protagonizarão hoje as seleções de Cuba, campeã do Rio de Janeiro-2007, e do Brasil, sua escolta. Duas equipes de voo alto no esporte da rede alta que deixarão suas marcas no Complexo de Voleibol Avila Camacho, desta cidade, uma última data com entradas esgotadas já há alguns dias.
A história dos encontros entre estas duas seleções é rica em fatos, ganham e perdem entre si e no voleibol do continente não há um desafio que desperte tanto interesse. Com vitória de 3-1 (25-17, 25-16, 25-27 e 25-21) sobre os Estados Unidos, a nova versão das Morenas do Caribe chegou a Guadalajara com a firme ideia de revalidar sua coroa, mas jogar contra as campeãs olímpicas pressupõe um esforço extra.
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Para o Brasil, que chegou à final, depois da triunfo de 3-0 sobre a República Dominicana, nesta quarta-feira, o panorama para o encontro frente à maior das Antilhas é muito menos desgastante. Com uma seleção consolidada já há vários anos, as sul-americanas apontam ao ouro de Guadalajara, e hoje o técnico cubano Juan Carlos Gala poderia fazer algumas mudanças em sua estratégia de jogo. Precisa de concentração, de eficiência no ataque e na recepção para que as bolas cheguem às mãos das passadoras comodamente e as atacantes possam realizar suas entradas de ataque com pontos favoráveis. Sem dúvida, a canarinha não esqueceu os acontecimentos do Rio de Janeiro e seguramente buscará imitar a disputa de Winnipeg-1999, última vez que derrotou as cubanas em jogos pan-americanos. Desde 1955, ano em que o voleibol feminino estreou nos Jogos, o Gigante Sul-americano ganhou as medalhas de ouro em Chicago-1959, São Paulo-1963, e Winnipeg-1999, enquanto Cuba conquistou uma corrente dourada desde Winnipeg-1967 até Mar de La Plata-1995. Caiu ante a República Dominicana em Santo Domingo-2003 e recuperou o trono na bela e exuberante cidade carioca.

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