quarta-feira, 29 de junho de 2011

Quadrilha de festa junina Infantil - Muita Comida a gosto de todos


A Escola Municipal Infatil Francisco Rabelo Sá promoveu nesta terça-feira 28 a quadriha Infatil que levou as crianças ao delirio, a quadriha é promovida todos os anos desde a gestão da Diretora da Escola Maria Vânia Marques de Carvalho, reelita para o segundo mandato, muita comida, bingo, leilão ao paladar de populares que forão prestigiar a grande festa infantil.

Imagem: Os Alunos da Escola Municipal Francisco Rabelo Sá
mandando brasa na quadrilha Infantil


Foto: a Diretora da Escola Infantil Francisco Rabelo Sá,
a Senhora Maria Vânia Marques de Carvalho





Meio Ambiente

Acre é destaque por seu modelo agroflorestal sem elevação do desmatamento Projeto de sustentabilidade dá resultados para o produtor e valoriza a preservação das florestas.
O Acre foi reconhecido pelo Conselho de Pesquisa Agrícola Internacional como modelo para aumentar a produção agrícola e, ao mesmo tempo, diminuir os índices de desmatamento (Foto: Sérgio Vale/Secom)
O Acre foi reconhecido pelo Conselho de Pesquisa Agrícola Internacional como modelo para aumentar a produção agrícola e, ao mesmo tempo, diminuir os índices de desmatamento (Foto: Sérgio Vale/Secom)
O Estado do Acre foi reconhecido este mês através de um documento assinado pelo Conselho de Pesquisa Agrícola Internacional (CGIAR) e a Lexema Consultoria, com base na cidade de Vancouver, no Canadá, que o modelo em vigor no Estado pode indicar caminhos de como aumentar a produção agrícola e, ao mesmo tempo, diminuir os índices de desmatamento.
Esse reconhecimento é resultado das políticas de preservação ambiental e desenvolvimento sustentável aplicados no Acre nos últimos 12 anos. Nesse meio tempo, esses investimentos geraram um aumento significativo da produção agropecuária e da redução do desmatamento.
O Estado do Acre, com uma superfície territorial de 164.221,36 Km2 (16.422.136 hectares), corresponde a 4% da área amazônica brasileira e a 1,9% do território nacional e detém aproximadamente 87% de sua cobertura florestal original.
A partir da década de 1970, a pressão pela colonização de novas áreas para estabelecimento de atividades agropecuárias a partir do desmatamento levou a graves conflitos fundiários e acabou gerando um forte movimento de resistência dos seringueiros. Esse processo resultou em uma estrutura de ocupação territorial bastante heterogênea.
Desde 1999 inicia-se um novo modelo de políticas públicas desenhadas a atingir o desenvolvimento sustentável e que vai se consolidando ao longo dos 12 anos subsequentes tendo como base uma mesma linha política, o que permite avançar sobre o legado deixado pela gestão anterior.
Nesse período ocorreram grandes avanços em diferentes áreas. “Foi através do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) que definimos as potencialidades e restrições de uso do território do Estado e incentivamos a ocupação de áreas abertas pelo desmatamento para o uso adequado e sustentável da terra”, explica o secretário de Meio Ambiente, Carlos Edegard de Deus.

Desde o governo Jorge Viana, passando por Binho Marques e agora focando nas ações de Tião Viana, o Acre tem se preocupado em transformar suas florestas em regiões produtivas sem degradá-las, iniciando a produção florestal sustentável (Foto:Sérgio Vale)
Agricultura sem desmatar
O uso das áreas desmatadas até 2004 consistia de 81,2% com pastagens cultivadas, 3,5% com agricultura, 13,2% com capoeiras (área com vegetação nativa em diferentes graus de regeneração), 0,6% com as cidades e 1,5% com espelhos de água.
O secretário de Agropecuária, Mauro Ribeiro, conta que em todas as áreas que o governo trabalhou dentro da pecuária e da agricultura, os níveis de desmatamento foram reduzidos o máximo possível. “Usando as terras já abertas, a gente consegue aumentar a produtividade e ganhar a combinação de redução do desmatamento com a diminuição de queimadas”, conta Ribeiro.
Um dos motivos que leva esse plano a dar certo é a Política de Valorização do Ativo Ambiental Florestal, lançada em setembro de 2008. Essa política está sendo implementada por meio de uma estratégia conjunta de secretarias e autarquias que compõem a área de desenvolvimento sustentável do governo estadual, integrada com as prefeituras municipais e o movimento social organizado.A Política de Valorização do Ativo Ambiental Florestal está alicerçada em dois programas: o Programa de Recuperação de Áreas Alteradas (PRAA) e o Programa do Ativo Ambiental Florestal (PVAAF), com objetivos, entre outros, da instituição da Regularização do Passivo Ambiental Florestal (áreas de reserva legal e preservação permanente) e permitir implementar a Certificação de Propriedades (Unidades Produtivas Sustentáveis).
Os autores do documento, a CGIAR e a Lexema Consultoria, consideram o Brasil uma "potência agrícola" que usa apenas 6% de suas terras agricultáveis. O Acre, Estado ressaltado no estudo, é elogiado por ter diminuído o desmatamento e aumentado a produção agrícola ao longo dos últimos seis anos - antes mesmo da aplicação do chamado mecanismo REDD (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação).
“Há doze anos existiam muitas queimadas. Ainda tem queimadas? Tem. Mas quem usa as técnicas que ensinamos não precisa mais. Um exemplo é da safra de milho, que todo ano tem quebrado recordes e ainda é negociado por um bom preço”, ressalta Mauro Ribeiro.

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