terça-feira, 14 de junho de 2011

15 DE JUNHO - Aniversário do Acre

Unificada a partir de 1920, a administração do Acre, passou a ser exercida por um governador nomeado pelo Presidente da República.

O Acre é um dos 27 estados brasileiros. Ele é o 15º em extensão territorial, com uma superfície de 164.221,36 Km², correspondente a 4,26% da Região Norte e a 1,92% do território nacional.
O Estado está situado num planalto com altitude média de 200 m, localizado no sudoeste da Região Norte, entre as latitudes de -7°06´56 N e longitude - 73º 48' 05"N, latitude de - 11º 08' 41"S e longitude - 68º 42' 59"S.
Os limites do Estado são formados por fronteiras internacionais com Peru (O) e Bolívia (S) e por divisas estaduais com os estados do Amazonas (N) e Rondônia (L). As cidades mais populosas são: Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Feijó, Tarauacá e Sena Madureira.
O nome Acre surgiu de “Aquiri”, que significa “rio dos jacarés” na língua nativa dos índios Apurinãs, os habitantes originais da região banhada pelo rio que empresta o nome ao estado. Os exploradores da região transcreveram o nome do dialeto indígena, dando origem ao nome Acre. Os primeiros habitantes da região eram os índios, até 1877, quando imigrantes nordestinos arregimentados por seringalistas para trabalhar na extração do látex, devido aos altos preços da borracha no mercado internacional, iniciaram a abertura de seringais. Este território, antes pertencente à Bolívia e ao Peru, foi aos poucos sendo ocupado por brasileiros. Os imigrantes avançaram pelas vias hidrográficas do rio Acre, Alto-Purus e Alto-Juruá, o que aumentou a população de local de brancos em cerca de quatro
vezes em um ano.
Crédito: E2M
Buscando garantir o domínio da área, os bolivianos instituíram a cobrança de impostos sobre a extração da borracha e a fundação da cidade de Puerto Alonso. Após conflitos armados a cidade foi retomada por brasileiros e rebatizada como Porto Acre. A revolta dos brasileiros diante destas medidas resultou em conflitos que só tiveram fim com a assinatura do Tratado de Petrópolis, em 17 de novembro de 1903, no qual o Brasil adquiriu o território do Acre. Na região de fronteira com o Peru também houve controvérsias quanto aos limites territoriais. Em setembro de 1903, os peruanos foram expulsos das áreas ocupadas, sendo resolvido o impasse territorial em 8 de setembro de 1909, tendo como representante nas negociações o Barão do Rio Branco, então Ministro das Relações Exteriores.
Unificada a partir de 1920, a administração do Acre, passou a ser exercida por um governador nomeado pelo Presidente da República. Até que em 15 de Junho de 1962 foi sancionada pelo Presidente da República, João Goulart, a Lei 4.070, que elevou o Acre a categoria de Estado. E em Outubro de 1962 foi eleito o primeiro governador do Estado do Acre, José Augusto de Araújo.

Fonte: Governo do Acre


Padre Paolino Maria Baldassari, faz desobriga em Santa Rosa do Purus na festa de Santo Antonio.

Há mais de 60 anos ele percorre rios, varadouros e os igarapés mais distantes do Acre para levar solidariedade e esperança aos que menos tem com a tradicional desobriga. Ele sua equipe saíram de barco no dia 06 de junho do porto de Sena Madureira Até santa Rosa do Purus, de lá irão visitar todas as comunidades do Purus, com previsão de chegada a Sena Madureira no dia 08 de julho. Acompanhado o padre paulino está o seu fiel companheiro Fideles Amorim e os Irmãos Marcelo (CMT do Barco)e Fábio Cruz (motorista). Eles estão hoje em Santa Rosa do Purus participando da festa de Santo Antonio, hoje a noite tem missa e arraial e amanhã o médico da floresta vai fazer as consultas e depois seguem para a comunidade Canamaris.


Ele é italiano da nascimento e acreano de coração e esta dedicando uma vida inteira à causa acreana e mundial. Em 1963, Padre Paolino chegou a Sena Madureira e até os dias de hoje, além do serviço religioso, tem lutado incansavelmente pelas causas dos pobres e menos favorecidos, assim como também pelo maior bem que o povo, não do Acre, como do Brasil e do Mundo tem, a Floresta.

Fonte:  Sena24horas


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